segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A linha e o anzol!



Já compliquei minha vida o suficiente, agora não tenho nada melhor a fazer do que ser feliz!

Dentro de minha ignorância de não saber do mundo, busquei respostas teológicas para perguntas que talvez fossem idiotas, mas as fiz para entender como e porque. Nunca pude entender o Deus dos homens. Quando carente de entendimento ouvia coisas do tipo: "Deus é pai!", mas pensava ser um filho ruim, porque eu não podia velo ou toca-lo, ou falar com ele. Então, em minha ignorância ela era um pai ausente ou não gostava de mim. Ouvia sermões em que Deus punia os inimigos e em minha ignorância, por ele ser pai de toda a humanidade, como punia um filho em prol do outro? Tenho dois filhos físicos e muitos filhos Espirituais e não consigo entender subjugar um pelo outro... O que seria esse Deus que julgava em um momento e era puro amor em outro? Confesso que tinha medo Dele, e quando um filho tem medo de um pai, como pode ama-lo? Como Deus dava muito a uns e quase nada a outros?


Essas perguntas todas e outras poluíam meu consciente então busquei algo que respondesse essas questões e encontrei em um mestre que confesso possa parecer e é pouco convencional.  Ele, por amor e carinho a mim e a todos que estavam a meu redor foi me respondendo todas com a maestria de um mestre. Através do tempo e das vivencias as respostas foram sendo colocadas em meu caminho por ele. Um Índio de traços fores e sabedoria ilimitada que consegue enaltecer nossa sabedoria, incetiva-la, mesmo quando ela exista apenas aparentemente. Esse mestre me ensinou, através de sua filosofia iluminadora que Deus nos dá OPORTUNIDADES e não caminhos exatos. Todos temos oportunidade, não as mesmas, mas que servem exatamente para cada um de nós, e é ai que reside seu amor por nós. Através de suas Forças Sagradas que chamamos de Orixás ele dispensa a cada um de nós chances de evolução que servem apanas e unicamente para nós, ou para mim e para você. Então entendi a sua bondade e entendi que tenho que aproveitar o máximo que dessas chances sem desperdícios em exageros.


Também aprendi , através dessa filosofia que ele não nos dá sonhos, esses são de nossa autoria e que muito mais do que sonhos precisamo acordar e criar perspectivas reais, assim as oportunidades surgirão. Ele não nos dá o peixe, mas a fome para que desejemos buscar a comida e as oportunidades para estar em um barco ou apenas a beira de um rio, para que pesquemos.


Somo todos iguais e ÚNICOS http://temploguerreirosdaluz.com.br/?p=475 perante sua natureza, assim não há distinção entre nós, apenas as oportunidades deixadas de lado pela nossa fraqueza e ignorância diante delas. Seguir em frente mesmo cansado e desiludido é uma prova de esperança, não de fé. A fé esta em acreditar ser ver, esperança é esperar que aconteça seguindo o caminho. É sempre muito mais fácil desistir, porque motivos não irão faltar. Uma frase desse mestre nos diz que "quando buscamos o bem, as travas se movimentam". Esse Templo, através dessa filosofia tem mudado a vida da muitos e essas pessoas conquistam o que desejam e são felizes por isso. Pessoas que são fortalezas dentro de sue desejo de serem felizes e por isso são.


Com esse conhecimento esclarecedor iniciei minha nova vida, me iniciei nos caminhos filosóficos de meu mestre, espirital e fisicamente. Hoje não tenho mais tempo para minhas idiotices, crendices e superstições em relação a mim e ao criador. Não cobro mais sua presença para me ajudar porque sei que sou parte de sua natureza e isso ma faz divino também, como parte de suas partes. Não busco mais a pretensão infantil de criança ignorante de te-lo junto de mim nos momentos de minhas dores e frustrações, "o tenho em mim" e isso me basta. Hoje ele corre em minhas veias e molda minha personalidade através de meu Olori. Hoje sou que ele deseja de mim, não o que os homens desejam dele.


Essas respostas todas e muitas outras que clareia o caminho estão a disposição daqueles que desejam através do Templo Guerreiros da Luz http://temploguerreirosdaluz.com.br/?page_id=398. A Oportunidade de aprender e viver melhor esta a disposição de todos, segui-las e viver feliz é para queles que tem fome, porque há peixes para todos, só é preciso lançar a linha e o anzol!


 Ótima semana a todos!


Rigoberto Franceschi, Escritor, Dirigente do Templo Guerreiros da Luz


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Você tem fome de que?


Cada ser humano consciente de si e do mundo ao seu redor tem a possibilidade de escolher o que deseja para si. Aqueles que não se dão essa possibilidade, por vários motivos são conduzidos a acreditar em algo ou alguém por lideres. Vemos muito isso na religião. Pessoas se deixam manipular e fazem de Deus o que desejam, ao contrário de serem aquilo que Deus deseja. São levados a acreditar que palavras escritas em livros sagrados são a verdade, ao invés daquilo que sua consciência determina, fazendo cada qual sua verdade nas interpretações das entrelinhas desses livros.

Todos nascemos plenos de fome. E essas fomes crescem na mesma proporção em que ganhamos consciência do mundo que nos cerca. Fome de dinheiro; fome de saúde, quando essa nos falta; fome de paz, quando no tormento; fome de amor, mesmo não sabendo exatamente o que significa o contexto dessa palavra; fome de desenvolvimento ou conhecimento espiritual. Essas fomes são a necessidade real de desenvolvimento. E dentro dessa ânsia pela conquista do saciar a, ou as fomes vamos em busca, nos tornamos buscadores. Isso é bom! Aquele que busca evolui e o sentido real de todo esse processo é a evolução. O que quero colocar aos amigos hoje são algumas considerações sobre esse assunto, que tenho aprendido nesse tempo de sacerdócio.

Partindo do princípio de que toda a busca é uma forma individual de evolução temos um sentido de tranquilidade no ar. Se buscamos o que nos faz bem então estamos evoluindo. Porque então tanto sofrimento? Alguns lideres religiosos, e aqui cito a religião pois é esse tema que me toca, criam um aura de salvação eterna para seus adeptos, mas ao mesmo tempo, mesmo “salvos” essas pessoa continuam sofrendo terrivelmente? O que tenho percebido é que as buscas não são o problema, como se houvesse comida a mesa, mas não conseguíssemos saciar nossa fome, porque não encontramos o alimento certo. Paira uma confusão sobre as cabeças e essa confusão causa cansaço. As cobranças de “porque não consegui chegar até onde quis chegar?” “Não tive sorte!” O que me parece e percebo é que essas inquietações são um desassossego por aquilo que pensamos desejar e não que realmente desejamos. Desejos reais precisam ser e são forças liberadas de nós para nosso bem, vindo a existir ou não. Sofrer por algo que teria de nos trazer algo bom me parece sem sentido, mas é o que acontece comumente. Nesses momentos essas pessoas sentem-se infelizes e inferiores aos outro seres que “conquistam” e, se religiosos forem “perdem a fé”. Essa fraqueza acontece porque fazemos de Deus o que desejamos, e desejamos aquilo que não precisamos e realmente não nos satisfaz, como uma mesa cheia de doces que não saciará nossa fome, ao invés de sermos aquilo que deus deseja de nós, naturalmente desejando o que nos preenche e fazendo as comidas que nos satisfazem.

Desejar e buscar é o que nos leva a evolução, mas desejar aquilo que é real para cada um, porque somos únicos e não podemos perder nosso tempo com respostas prontas, nem com desejos desejados por outros. Somos distintos e nossas buscas são únicas. Para isso e por isso precisamos da Religião, para que nos de forças para continuar, não para ser o depósito de nossas frustrações e desassossegos. A religião e nossas buscas devem nos trazer LIBERDADE. Mesmo que nossos desejos e buscas levem uma vida inteira, precisamos viver essa vida inteira com a liberdade de saber que o que buscamos é nosso. Assim não haverá cansaço que nos vença, nem fé que se acabe, como flores que renascem a cada ano em um jardim.

Pergunte-se agora: O que você deseja e precisa para ser feliz agora? Já pensou, então sorria e inicie sua busca, parque assim você vai evoluir.

Já presenciei inúmeras conquistas aliadas e com a ajuda do templo e sua Luz, mas todas eram reais e únicas para cada buscador e conquistadas para a felicidade e bem estar, não para sofrimento e desassossego.

Paz, conquistas e a busca real para cada um.

Rigoberto Franceschi, Escritor, dirigente Templo Guerreiros da Luz.


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Uma Luz na Escuridão.



Na semana passada, dia 08 tivemos um momento de comemoração. O templo fez “aniversário”.  Nos dias subsequentes, sexta 09  e sábado 10 nos horários de sessões publicas busquei passar para as pessoas presentes um pouco de nossa história de cinco anos de trabalhos, vivencias, aprendizados, curas e grandes amizades conquistadas. No sábado sugeri aos presentes que pegassem uma vela cada um e fossem até o altar, onde havia uma vela maior e acendessem a que tinham em mãos e a mantivessem acessa por algum tempo. Com as luzes apagadas podemos ter uma noção real sobre o que uma luz pode fazer dentro da escuridão... Com as velas acessas na mão pedi que as mantivessem acesas e busquei apagar algumas com o ar produzido pelas minhas mãos. Também pedi que balançassem as velas no ar e percebessem que elas quase se apagavam. Com essa brincadeira tentei colocar a eles a dificuldade enorme em mantermos nossas luzes internas acessas dentro das escuridões que nos cercam, como a escuridão da doença  que inebria nossa consciência; da pobreza (me refiro aqui ao analfabetismo e a ignorância daquilo que desconhecemos e não desejamos saber); da falta de perspectivas, que tira a vontade de viver e os motivos reais pelo que continuar vivendo; a escuridão dos sentimentos negativos que nos afligem, como a raiva e os rancores que adoecem e diminuem nossa real capacidade de ser felizes. A dificuldade em manter nossas luzes acesas esbarra em uma lei que a filosofia guerreiros da Luz  chama de “ Lei do movimento continuo”.  Tudo se movimenta sempre a todo o momento, em direção a evolução. Manter as perspectivas acessas, como nosso amor pelo que é bom é por vezes um trabalho de Hércules. Somos estimulados a desistir rapidamente, através de muitas maneiras e artimanhas da “escuridão” a apagar nossas luzes e seguir opacos pelo caminho. Aquele que se dispõe e lutar pelos seus objetivos e pelos dos outros ( nesse caso falo dos sensitivos que se tornam sacerdotes do templo) acende sua Luz interior, sua vela e no mesmo momento começa a ser observado pela “escuridão”.  As artimanhas que essa escuridão utiliza para apagar nossas luzes é por vezes terrível. Algumas pessoas são pegas pela vaidade, pela raiva, desanimo e tantos outros que, dependendo da vibração são impossíveis de lutar contra. Ao que parece é que essa escuridão pode nos vencer sempre, mas o que desejo passar é que se não estivermos prontos para cuidar de nossa vela, colocando a mão ao redor na aproximação do vento ela se apagará. Um sacerdote, ou buscador pode criar forças suficientes e “gingado” para se movimentar em meio ao movimento constante se persistir e observar os movimentos da escuridão ao seu redor. Pessoas que tentam nos dissuadir de fazer e lutar pelos nossos objetivos podem estar sendo alvo dessa escuridão, então o que temos que fazer é cuidar para não seguir os “conselhos” muito rapidamente sem sentir se são reais.
Algumas pessoas se perdem no caminho e apagam suas luzes, se tornam opacas, sendo abandonadas em seguida pela escuridão, vivendo vidas pequenas  e sem luz. Aqueles que abandonam a Luz, abandonam oportunidades, sonhos, capacidades... e quem abandona um sonho, abandona uma vida.
Em 08 de 08 de 2008 acendeu uma luz em meio a escuridão. Hoje essa Luz vem se engrandecendo com a chegada de outras luzes que somam sonhos, perspectivas e vidas. Essas vidas que estão somando valem todo o meu esforço. Cada batalha, cada cura, cada vitória conquistada tem um sentido de acender mais uma luz na escuridão do mundo. Com tudo isso mantenho a minha luz acesa e você, o que faz para manter a sua?
Boa semana a todos.

Rigoberto Franceschi, Escritor, Dirigente do Templo Guerreiros da Luz.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Motivo de vida ou motivo de morte?



Tenho lido algumas biografias e nessa semana me deparei com a história  de Nelson Mandela. Sempre olhamos para o outro de uma forma particular e entendemos a vivencia dele através de nossa vivencia. Se estamos emotivos essas histórias se tornam melodramas; se estamos secos, são apenas histórias; se, por outro lado estamos em momentos de crise, conseguimos nitidamente ver os momentos de crise em suas histórias de vida, por mais subentendidas que pareçam. Procurar conhecer histórias de vida é sempre importante para entendermos a nossa. O que grandes homens fizeram, mesmo sendo muito humanos como nós, nos traz um alento para momentos de fraqueza e dor. Todos nós, indiscutivelmente temos algo infinitamente importante para lutar. Somos especiais e, se estamos aqui nesse dado momento no tempo espaço, existe algo que precisamos fazer. Alguns de nós ainda não descobriram exatamente o que, mas com toda a certeza todos viemos fazer algo. Para um pessimista essas frases irão parecer feitas, mas precisamos olhar ao redor e a natureza, tanto diversa quanto humana irá nos mostrar, através das histórias que algo superior existe, mesmo em pessoas que não acreditem nisso. A vida não é apenas umas sucessão de fatos aleatórios! As possibilidades que são colocadas a nossa frente tem um propósito e apenas nós, como seres únicos: http://temploguerreirosdaluz.com.br/?p=475 podemos descobrir. Os fatos aparentemente negativos que acontecem conosco ou ao nosso redor e que nos envolvem sempre tem um motivo que, se posso minimizar em palavras, é a busca pela EVOLUÇÃO.

O que tenho entendido, lendo e relendo essas histórias é que os motivos para nossa existência podem não ser óbvios ou aparentes, mas estão sempre muito próximos de nós. Algumas situações acontecem para que saiamos de nossos estados de passividade e façamos ao que é preciso ser feito. O motivo de uma existência pode não ser aquilo que você ame no momento, mas que com certeza irá amar com tanta força que vai fazer com que você viva por ele. E as dificuldades encontradas nesse ínterim serão inúmeras também, mas valerão cada lágrima e serão lembradas com sorrisos. Todos aqueles que encontram seus caminhos vivem melhor e mais.

Aprendi que um motivo de vida não pode se tornar um motivo de morte. Algumas pessoas, por autodestruição transformam seus motivos de vida, depois que os encontram em motivos para morrer. Na intenção de se tornarem mártires, ou por simples autodestruição.  Isso é triste. Em algumas histórias, tanto as que leio, quanto as que observo no dia a dia, algumas dessas pessoas transformam seus caminhos em destruição e desassossego por causa de suas buscas. Pessoas se afastam e, por terem encontrado seus motivos, acreditam erroneamente que não precisam de mais ninguém.  Um motivo de vida precisa trazer bons motivos para viver!
Observando essas histórias desastrosas me pego apensar em quantas pessoas já erraram e erram tentado acertar. Que motivos levam um ser humano a destruir outro e a si mesmo se o ato natural de todos nós é a evolução e essas evolução é parte do crescimento e, com toda certeza só há crescimento com harmonia?

Escrevi isso na tentativa de fazer uma pergunta a você que esta lendo: Quais os seu motivo de vida? Se você ainda não sabe a resposta, pergunte-se se o que você esta fazendo com as pessoas ao seu redor combina com seus objetivos e “motivos de vida”?

Para refletir sobre isso podemos  ser pessimistas ou otimistas. Como pessimistas podemos colocar a “culpa” de tudo o que nos ocorre nas circunstancias e pessoas ou formular nossos dias sobre bons objetivos, que nos levem a bons motivos de vida, sem culpar pessoas ou circunstancias pelo que estamos passando, mesmo que pareça ruim ou desastroso no momento.

Como estamos no início do mês e uma das cosias que faço é iniciar o mês colocando todas as minhas perspectivas positivas a disposição da força que chamo de Ogum, pensei que essas perguntas fossem interessante para vocês. Então vamos iniciar um mês cheio de lamentações ou... O que você quer para você?

Boa semana e bons motivos de vida para você!

Rigoberto Franceschi, escritor, dirigente Templo Guerreiros da Luz.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Tese de mestrado da USP mostra benefícios da Umbanda à saúde



Estudo realizado no final de 2012 no Instituto de Psicologia da USP apresentou a relação entre religiosidade e saúde ao analisar duas religiões brasileiras: Santo Daime, que faz uso sacramental da bebida psicoativa Ayahuasca, e a Umbanda, ambas com rituais fundamentados em práticas de estados diferenciados de consciência, segundo a autora.
A psicanalista Suely Mizumoto, em sua dissertação de mestrado Dissociação, religiosidade e saúde: um estudo no Santo Daime e na Umbanda, fez diversas constatações. Entre elas, que adeptos do Santo Daime e da Umbanda apresentaram diferenças significativas quanto à redução da frequência de mudanças de humor e de sentimentos contraditórios. As diferenças foram baseadas nas experiências anteriores e posteriores à participação nos rituais de cada religião. Quando comparados a um grupo controle, os adeptos mostraram ter maior equilíbrio de humor e emoção.
Segundo a pesquisadora, a comunidade religiosa, provedora de apoio emocional, material e afetivo, pode também ser compreendida como uma comunidade terapêutica para as condições psicológicas estressantes. Os adeptos podem encontrar em suas comunidades suporte em momentos de fragilidade. No entanto, Suely diz que, “na verdade, o aprendizado que essas religiões proporcionam podem ensinar seus adeptos a ter um domínio maior quanto ao enfrentamento espiritual dessas questões, diminuindo experiências mediúnicas traumatizantes”.
A psicóloga empregou um questionário que abordava o perfil social, a religiosidade e a saúde, tanto física como mental, dos voluntários.  “Os resultados obtidos dos perfis sociais, saúde e religiosidade e das escalas revelaram indicadores de bem estar que confirmam índices de saúde inteiramente satisfatórios e até melhores quando comparados aos resultados do grupo controle”, relata a pesquisadora.
Com o tema de sua dissertação, Suely espera amenizar os preconceitos com as religiões afro brasileiras. A Umbanda é um exemplo de religião que trabalha exclusivamente na arte do ensino da prática mediúnica, não faz uso de psicoativos, mas mesmo assim pode não ser bem interpretada. “Não havendo nocividade nestas práticas, a relação entre religião e saúde, mais bem esclarecida por esta pesquisa, pode ajudar a desconstruir muito do senso comum que envolve a religiosidade no País”, disse.
Ficou interessado? Leia aqui o estudo na íntegra.
(Texto retirado do blog Umbanda eu curto)

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Meu corpo cansa, mas minha alma dança.



Ontem, dia 28 de Julho (Domingo) estive trabalhando com alguns amigos em um projeto audacioso. Estamos construindo nosso futuro com as mãos. Carregávamos pedras para a construção de um espaço sagrado e esse trabalho, por ser cansativo fisicamente me da tempo suficiente para refletir sobre algumas situações que vivencio na semana.
Todos desejamos uma vida boa, mais dinheiro, amor resolvido, paz para dormir e se alimentar. Mas quanto de esforço físico, emocional e ou mental estamos dispostos a gastar para isso? Quanto combustível estamos dispostos a gastar para chegar a esses lugares? Ouvi falar da era do imediatismo, mas acredito que toda a história da humanidade foi, é e será assim. Algumas pessoas são fiéis a seus princípios e perspectivas e colocam muito combustível nela, esperam, buscam, estudam, caem e erguem novamente e outras “querem” para agora aquilo que estão vendo e se não for possível pulam para outro “quero” e assim por diante. Construir uma história de vida leva tempo, uma vida toda e coragem para abdicar de muitas coisas (Ontem era domingo, dia em que a maioria das pessoas estão descansando). Desejar é muito importante. Trabalhar pelo que se deseja é mais. Existem quase oito bilhões de habitantes nesse planeta e apena algumas pessoas chegam onde querem. Será que essas pessoas são predestinadas ou escolhidas por Olorum? Será que elas tem super poderes? Todos sabemos a resposta.

Mas sabendo disso, nos perguntamos: como saber que não estou lutando por algo que não irá valer o trabalho e meu combustível no final? A resposta a essa pergunta que fiz, como qualquer ser humano, a um dos mestres que militam nesse Templo foi a seguinte. “Você esta feliz, meu filho? (eu disse sim!) Então você esta no caminho certo!” Descobri que o regulador de minhas buscas pessoais é perceber se estou feliz com o que estou fazendo, porque a realidade existe nesse exato momento, então é que me vale. Por isso não meço domingos ou feriados em busca daquilo que acredito e, através da luz de Olorum tem se aproximado de mim pessoas que são guerreiros audaciosos e seguem comigo nessas lutas. Essas pessoas e outras que, por muitos motivos não podem estar comigo nos domingos, mas que estão comigo em desejo e determinação, fazem com que minhas forças aumentem. Sigo meu caminho unido a outros caminhos. Agradeço por estar junto dessas pessoas todos os dias. Sou um privilegiado por isso.  Falando nisso entendo que sem dividir minhas alegrias com as pessoas que amo, elas se tornam pequenas e insignificantes. Trabalho para ser feliz e sou feliz porque trabalho, mas minha felicidade é tua felicidade. Aprendi a nunca desistir para que eu continue sendo feliz. É o que me motiva, mas também, como disse, minha alegria são as conquistas das pessoas que Olorum coloca em meu caminho. Cada vitória deles é uma vitória para mim.

Não há felicidade na inveja, nem no rancor da vitória alheia. Há uma frase que identifica nossa filosofia que diz: “quando um perde, todos perdem, quando um ganha todos ganham”. Poderia vir a pergunta, mas você não cansa? Meu corpo cansa, mas minha alma dança todos os dias. Trabalho para ser feliz hoje, e amanhã... amanhã será outro dia e minha busca será a de ser feliz, e com certeza trabalhar muito para isso, se for preciso.

Salve todos os meus filhos, os que cansam e os que dançam!


Rigoberto Franceschi, Escritor, dirigente Guerreiros da Luz

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Dizer não... para ser feliz.



Dizer não...  para ser feliz.
Nessa semana tive uma percepção diferente e procurei entender o que acontece com nossas sociedade, em alguns aspectos. Buscamos resignificados! Tudo o que vivemos hoje já foi vivido pelos nossos ancestrais, em seu tempo e com os parâmetros e circunstancia daqueles tempos. Estou falando da interpretações que temos diante do que percebemos do mundo ao nosso redor. A tecnologia, as artes, filosofia, religião são o reflexo de nossas buscas individuais por aquilo que nos faz ou irá fazer felizes. Em tempos passados, desde que o ser humano, como força espiritual populou o planeta, as buscas são as mesmas: felicidade, bem estar, etc. O que acontece é que buscamos significados novos para situações antigas e tão antigas quanto nossa estada nesse planeta. Os problemas enfrentados hoje são os mesmos de cem, duzentos ou mil anos atrás, salvo a forma como eram encarados e tratados. Cada um de nós sente o mundo de uma forma única, porque somos seres únicos. Item 1: http://temploguerreirosdaluz.com.br/?p=475
Então, entendendo que meus problemas são basicamente os mesmos de meus pais, avos e ancestrais mais distantes; por ter essa sabedoria ancestral em mim, sim, porque essa filosofia que vivo me diz que trago em mim toda a sabedoria de minha ancestralidade, porque ainda sofro?
A evolução natural e espiritual é constante e para que possamos aprender tudo muda sempre, através da lei do movimento constante, item 6 http://temploguerreirosdaluz.com.br/?p=475, as situações criam resignificados constantes. O que acontece é que, em nossa pequenez nos apegamos a falsa sensação de segurança de nossos sentimentos diante do mundo. Um trabalho, um amor, uma amizade. Sentimos medo de perder aquilo que nos traz prazer ou “felicidade”, mesmo que já não traga mais. Um trabalho que não esteja trazendo mais significados  para você como ser humano já não serve mais, mesmo que te traga um bom ganho financeiro; uma amor e que não se tenha mais “amor”, amizade, companheirismo já não movimenta mais tuas expectativas precisa ser renovado, precisa de uma busca por resignificados; uma amizade que te traga desassossegos e desilusões precisa de um afastamento. Buscar significados novos é saber dizer NÃO, para ser feliz. Para dizer sim para a felicidade é preciso saber dizer não para algumas situações. Pessoas possessiva, ciumentas, avarentas e negativas não fazer bem nem a elas mesmas, portanto dizer NÃO a essas pessoas requer muito bom senso, porque as vezes precisamos continuar convivendo com elas, mas não precisamos estar ligados a elas. Dizer NÃO é resignificar o que sentimos e não, necessariamente mudar  àqueles com quem convivemos.
Me parece que o valor do NÃO perdeu sua força. Temos que suportar tudo e todos o tempo todo? Conviver e aprender sim, sofrer por osmose nunca!
O significado real da vida é ser feliz e buscar essa felicidade e para isso precisamos muita sabedoria para saber dizer SIM e NÃO nos momentos certos, para as pessoas certas. Uma busca espiritual nos auxilia muito nessa faculdade. Incentiva nossa sabedoria ancestral para cada momento. Somos nossos próprios mestres, mas mesmo mestres precisa de um espaço para se tornarem mestres.
Bons SINS e poderosos NÃOS nessa semana a todos.


Rigobero Franceschi, Escritor e Dirigente do Templo Guerreiros da Luz

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Causa e conseqüência?



Logo que comecei estudar espiritualidade me deparei com esses termos a primeira impressão que tive deles, ou da energia com quer eram colocados foi ruim. Confesso que talvez naquele momento não tinha respaldo e nem vibração para entender o que significavam, mesmo tendo todo o conceito nas explicações. As doutrinas que falam sobre esses termos metem medo. Fala-se em carma, vidas passadas; faça o que fizer se houver feito algo de ruim, mesmo inconsciente você terá o retorno... Com o passar dos anos, borrado de medo, porque quem não comete seus “erros”, fui aprendendo o que realmente significavam. Primeiro que as conseqüências são inevitáveis e portanto se eu desejo ser feliz, preciso ir em direção a felicidade; se eu busco dinheiro e tudo de bom que ele pode me trazer, preciso trabalhar e me organizar para isso; se eu desejo saúde é preciso cuidar de meu corpo através da alimentação, água e  sorrir muito... Assim entendi a forma bela com que esses termos entram em nossas vidas e tenho buscado as conseqüências sempre, sem medo.
Algo interessante também que a ação da Luz sagrada de Xangô me possibilita fazer equilíbrio na “grande balança”. Isso acontece porque não há predestinação. O que escolhermos para nós, nesse momento será o que teremos logo a seguir, então se eu cometi algum deslize ontem e me propuser a fazer o bem agora, mesmo estando em meio às conseqüências do ontem, sei que amanhã terei as conseqüências do hoje. Isso quer dizer que devo articular minhas escolhas embasado naquilo que busco de bom, e não naquilo que estou vivendo. Se estou em meio a turbulência nesse momento preciso lanças minhas perspectivas para além da minha visão, que esta inebriada pela fumaça do momento presente.
Outro dia alguém me pergunta como poderia fazer as escolhas certas, já que quase nunca sabemos o que esperar do futuro e, por vezes as escolhas parecem certas hoje, mas serão um desastre amanhã. A resposta me surgiu simples como as águas de um rio: -“O que você fizer, faça com e por amor”, assim, se ao final do ciclo você perceber que errou nas escolhas as conseqüências serão as melhores, porque a energia desse sentimento inebria qualquer erro. Busque ENTENDER. Entender é diferente de sentir, é a razão de Olorum. Somente conseguimos entender através da contemplação. Contemplar é observar sem pensar e sentir. Se você entendeu que deve ser esse caminho, então siga. Mas siga aquilo que entender e não o que estão dizendo para você. O seu maior mestre é o silencio. Para isso cuidado com as palavras dos “amigos”, por vezes por amor pretensioso por você, aquele amor que domina, esses amigos irão desejar que você siga o caminho que eles pensam que é o melhor. Não deixe de ouvir suas opiniões, mas o caminho é seu, as conseqüências serão suas, portanto busque o amor em tudo o que faz. Assim, as conseqüências serão sempre as melhores. Sempre!
No fundo o que nos assusta é o que não podemos ver ou dominar! Mas é exatamente isso que faz com que o caminho de nossas vidas se torne prazeroso. Ter medo das conseqüências, se estamos dispostos a viver o que for preciso com amor para que? Que venham as conseqüências de nosso amor e boa vontade; que venham as conseqüências de nosso desejo de vitórias e que Xangô, a essência de luz que gere as causas e efeitos nos seja leve!

Boa semana, boas atitudes, pensamentos e sentimentos nessa semana e suas conseqüências nas outras...


Rigoberto Franceschi, Escritor, Dirigente Templo Guerreiros da Luz.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

O que Dizer, ou como Dizer?


É a forma como falamos, não o que falamos. Nosso mundo interno, aquilo que pensamos e sentimos quase sempre é diverso do que realmente acontece. Quantas vezes percebemos que erramos nossas conclusões olhando uma situação depois de um tempo? Erramos conclusões porque todas elas são embasadas, em maior ou menor enfase, em sentimentos. Nossos sentimentos, transformados em emoções pelo calor dos momentos, nos dão a real, mas falsa sensação de verdade absoluta. Nesses momentos falamos com e para a pessoas com quem convivemos sobre elas e sobre situações de formas que as ferem. Se esperássemos talvez um pouco diríamos a mesma coisa de uma forma diferente, ou talvez nem a disséssemos. 

A comunicação humana nasceu de formas simples como gestos e palavras pouco articuladas e foi se modificando através dos tempos e sociedades, algumas com maior sabedoria ao expor o que pensavam e sentiam, outras nem tanto. Essa transformação vem ganhando ares e as redes, redirecionando a forma como expressamos e, naturalmente como somos. ganhamos o mundo pelas palavras e imagens daquilo que desejamos ser através da internet e suas redes sociais. As sociedades tem buscado, através da linguagem articular com maior precisão o que se pensa e sente, mas o fato é que pouco se consegue nesse sentido. Para expressar um pensamento, articular em palavras um sentimento ou uma emoção é algo muito difícil, para não dizer impossível para nosso estágio de evolução. Desejamos falar  o que sentimos mas as palavras são tão escassas e por isso falamos de forma errada. 
A sociedade evoluiu absurdamente em alguns setores e a forma de expressão, através de linguagem ou qualquer forma que se conheça ainda anda nas trevas do tempo. Somos Homens das cavernas, traduzindo nossos sentimentos e pensamentos complexos através de um giz de carvão nas paredes dos ouvidos alheios. Essa caverna, simbolo de Obaluaiê, o senhor do oculto, não poderia ser melhor. Vivemos em uma escuridão e de tanto ver a escuridão não temos olhos para ver a luz. E  é exatamente isso que essa Força Sagrada Representa, aquilo que não conseguimos entender e expressar em nós, o OCULTO.
O que fazer diante disso. Como nos expressarmos de forma que nos entendam e para que sejamos o mais fiéis possível áquilo que somos? O que acredito, por tempo de vivencia e aprendizado de tantas milhares de pessoas que já passaram pelo templo que, ao desejarmos dizer algo a alguém que falemos com amor e carinho, ou, diferente disso nos calemos. Toda forma de amor se traduz através de sua sintonia e vibração e é SENTIDA antes ou através de qualquer palavra. O amor e o carinho emanam uma vibração que interfere na forma como ouvimos e interpretamos as palavras e os gestos. Então não se trata de o que falamos, mas como falamos e esse como falamos é a união das expressão verbal aliada a um sentimento ou sentimentos que traduzem o que desejamos. Assim não haverá interpretação errada, ou ao menos ela será minimizada. Aprendi, através de um amigo e Mestre que: "Diga tudo o que tiver que dizer, no momento certo da forma certa". 

Sei que que pela linguagem da internet não é possível a emanação de meus sentimentos, mas fica minha intenção permanente de uma semana cheia de luz, paz e... Palavras certas, no momento certo ou apenas o silêncio de nosso Oculto.

Rigoberto Franceschi,  Dirigente do Templo Guerreiros da Luz.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O valor do esforço




Fiquei me perguntando nesses dias, qual o tamanho do esforço que é preciso ser feito para se chegar ao sucesso desejado? Preciso definir sucesso como: Aquilo que nos traz ou trará felicidade e alegria se conseguido. Então isso não tem, necessariamente a ver com dinheiro. Para que cheguemos até onde desejamos chegar, aprendi através da filosofia Guerreiros da Luz, definida pelo meu mestre, que precisamos definir nosso desejo; a perspectiva precisa ser real em nós, para ser real e verdadeira no mundo das “energias”, se assim posso colocar.  O que vejo muito são pessoas se debatendo em uma busca desenfreada pelo desejo de alguma coisa e essa “coisa” ou “coisas” mudam tão rapidamente quanto as águas de um rio. Definir perspectivas de vida é um ato de coragem, de ousadia. Ter uma vida inteira para lutar é uma dádiva, mas ter coragem de definir o que se deseja, e trabalhar por isso é para aqueles que realmente dão valor ao que buscam. Sei que existem desejos pequenos, como trocar um carro, comprar uma casa, um televisor e que esses desejos não são as verdadeiras perspectivas de vida. As perspectivas reais são muito maiores e verdadeiras. Se você escorar sua encarnação, com certeza o “vazio” vai chegar em algum momento. Vejo muitas pessoas inteligentes fazerem isso:  em “conquistar” desejos pequenos, acreditando esses serem as perspectiva de uma vida. Sempre, esses desejos que chamo de pequenos são importantes para nosso desenvolvimento e para nossa felicidade momentânea, mas não é possível ser feliz montando perspectivas em desejos momentâneos. Para a maioria das pessoas, nem mesmo os desejos momentâneos são possíveis, porque não colocam força suficiente para chegar até eles.
Tenho percebido muitas mudanças em algumas pessoas que buscam nossa Filosofia e forma de expressar a espiritualidade. Vão ficando e mudando a maneira de pensar e sentir, entendem que precisam fazer esforço, por algum tempo, até conquistarem o que desejam e uma luz se coloca sobre eles e é indiscutível sua mudança... Mas mesmo assim, alguns ainda colocam suas expectativas sobre coisas que tem um preço alto para eles, mas que talvez não tenham VALOR NENHUM em seu futuro próximo. Há um tempo de maturação para cada perspectiva lançada. Perspectivas como: saber ao que viemos nessa encarnação; busca pelo entendimento da fraternidade universal; família; saúde; descoberta do que nos é sagrado. Até a chegada dessas perspectivas temos um trabalho de todos os dias pela frente e porque não nos darmos alguns prazeres como um bom carro, uma bela casa, um televisor?
Levamos muito peso junto de nós. Aprendi, através dessa sabia filosofia que antes de ser físico sou formas de energias. E que essas energias são tão vivas e existentes quantos meu corpo. Por isso preciso dar o valor certo para cada coisa, porque tudo o que desejo e lanço como perspectiva, carrego comigo através das energias de meus sentimentos e pensamentos. Então para que “carregar demais minha sacola” se o que preciso e desejo irá vir até mim, se eu me lançar com coragem e alegria diante da vida?
E também, tenho uma força, que se encontra sempre disposta a me ajudar, basta apenas que eu queira e procure...para que duvidar ou me preocupar?


Boa semana a todos!
Rigoberto Franceschi,  Dirigente do Templo Guerreiros da Luz